Olá, pessoal! Criei um novo tópico de discussão para vocês divulgarem suas fanfics de Corte de Espinhos e Rosas. Vocês podem incluir o link da história, sinopse e imagem! ♥︎
Olá, pessoal! Criei um novo tópico de discussão para vocês divulgarem suas fanfics de Corte de Espinhos e Rosas. Vocês podem incluir o link da história, sinopse e imagem! ♥︎
Existe alguma previsão sobre o lançamento do livro Asas e Chamas ?
Asas e Chamas é um pequeno conto que veio em uma edição especial de Corte de Névoa e Fúria (em inglês). Infelizmente eu acho que a Galera Record não vai traduzir :(
Eu estou escrevendo uma fanfic do Cassian e da Nestha, o nome é Corte de Chamas Prateadas e tem outra dos filhos deles; Corte dos Sonhos Realizados
https://www.wattpad.com/story/266307502
Corte de Sombras e Luzes
E se tudo não tiver passado de uma mentira? Um segredo?
E se a irmã de Rhysand nunca tiver sido morta? E sim, ter sido pega para conseguirem respostas sobre a Corte Noturna.
Motivada pela Vingança por aqueles que a fizeram sofrer e a sua família, ela conseguirá se libertar e quando isso acontecer ninguém poderá impedi-la.
Um amor poderá ser forte o suficiente para suportar tudo?
Mentiras e segredos ficaram guardados por muito tempo? Afinal, não há segredos que o tempo não revele...
FANFIC NESTHA
A CORTE DOS EXILADOS
CAPITULO 01
Nestha tinha se juntado ao bando de exilados, trabalhavam juntos em missões secretas de espionagem e terrorismo, mas agora estava sozinha de volta a Velaris, foi pega por Azriel,suspeita de ter assassinado um mercador de peixes que tinha acabado de ancorar seu navio na costa de Velaris,era tudo que sabiam até o momento.
Ao ver-la um silencio ensurdecedor de estranhamento emergiu, dava pra ouvir goteiras escorrerem pelas brechas das paredes de pedras, ao visitar-la na prisão Feyre não reconheceu o olhar, que antes costumava ser de ódio, e agora era calmo, ela não tinha noticias da irmã há 13 meses,depois de lhe da um ultimato e Nestha preferir a opção suicida de voltar a viver entre os mortais do que ser colocada em uma coleira.
Cassian tentava não esboçar reação,quase não conseguindo conter franzir a sobrancelha como uma expressão de medo,não dela,mas do que ela poderia ter se tornado,se agora realmente tinham atingido o fundo do poço,que em vã tentativa tentava livrar-la juntamente com o ciclo intimo.
-Nestha,o que você fez? – O silencio foi cortado, a voz de Feyre ecoou pelas paredes de pedra escuras e frias.
Nestha estava sentada no chão frio,não estava usando as roupas que geralmente usaria,não tinha vestidos,no lugar uma túnica e uma calça escuras,o cabelo estava numa trança longa ao redor do corpo,nada dos coques maduros e meigos.Tinha arranhões pelos braços.
- Olá Feyre – Cassian!
Foi tudo que ela conseguiu responder,não por não ter muito o que contar,o que certamente ela tinha,mas por não saber por onde começar,por encarar aqueles olhares que há meses tinham feito ela fugir,aqueles olhares de magoas e incredulidade pela pessoa dela,ela não conseguia deixar de se sentir envergonhada diantes destes olhares,mesmo tendo a consciência limpa,mesmo tendo como justificar suas ações.
- O que você fez Nestha? – Feyre repetiu a pergunta
- Vai ter que ser mais especifica Feyre,nesses 13 meses eu fiz muitas coisas – Nestha respondeu,ainda sentada,se afastando da parede de pedras úmidas,com as pernas entre seus braços,com uma expressão leve e com a curva de um sorriso sarcástico no rosto.
Cassian enrijeceu a coluna,provavelmente tinha sentido o mesmo frio percorrer a espinha que Feyre sentira,com certeza não era a resposta que eles esperavam,não foi uma negação mas também não foi uma confissão,e eles se agarrariam naquela pontada de esperança.
A CORTE DOS EXILADOS
Gostei bastante da premissa desta história, vai ter continuação?
Morrigan e Azriel
Reescrita do Capítulo 66, página 574 do livro Corte de Asas e ruínas
(...)
— Entregou Briar a eles? — Perguntei, antes que ela conseguisse dizer a primeira palavra.
Caminhamos juntas na direção de nosso acampamento.
— Az explicou o estado em que você a encontrou. Não achei que ser exposta a illyrianos prontos para batalha ajudaria muito a tranquilizá-la.
— E o exército da Corte Invernal é muito melhor?
— Eles têm bichinhos peludos.
Ri, sacudindo a cabeça. Aqueles imensos ursos eram realmente peludos… quando se ignoravam as garras e dentes.
Mor olhou de esguelha para mim.
— Fez algo muito corajoso ao salvar Briar.
— Qualquer um teria feito isso.
— Não — rebateu Mor, ajeitando o casaco illyriano justo. — Não tenho certeza… Não tenho certeza se eu teria tentado tirá-la de lá. Se teria julgado que o risco valia a pena. Já tomei tantas decisões em que deu tudo que… — Mor sacudiu a cabeça.
Engoli em seco.
— Como está Azriel?
— Vivo. As costas estão bem. Mas Thesan não curou muitas asas illyrianas na vida, então, a cura é… lenta. Diferente de asas peregrinas, aparentemente. Rhys mandou chamar Madja. — A curandeira em Velaris. —Estará aqui no fim do dia de hoje ou amanhã para cuidar de Az.
Consegui perceber rapidamente um lampejo de dor nos olhos de Mor.
— Ele vai… voar de novo?
— Considerando que as asas de Cassian estavam piores, eu diria que sim. Mas… talvez não em batalha. Não tão cedo.
Meu estômago deu um nó.
— Ele não vai ficar muito feliz com isso.
— Nenhum de nós está.
Perder Azriel no campo…
Mor percebeu ler meus pensamentos, e disse:
— Melhor que estar morto. — Ela passou a mão pelas ondas do cabelo. — Teria sido tão fácil… as coisas darem errado ontem à noite. E, quando vi vocês dois sumirem… Tive esse pensamento, esse terror, de que talvez não os visse de novo. Para consertar as coisas.
— Eu falei coisas que não queria dizer de verdade…
— Nós duas. —Mor me levou até o limite das árvores na fronteira de nossos acampamentos, e soube, apenas por isso… Soube que estava prestes a me contar algo que não queria que ninguém ouvisse. Algo pelo qual valia a pena atrasar minha reunião com Amren um pouco mais.
Mor se recostou em um carvalho alto, batendo com o pé no chão.
— Chega de mentiras entre nós.
Culpa revirou meu estômago.
— Sim — concordei. — Eu… desculpe tê-la enganado. Apenas… cometi um erro. E peço desculpas.
Mor esfregou o rosto.
— Mas estava certa em relação a mim. Estava… — A mão de Mor estremeceu quando se abaixou. ela mordeu o lábio, engoliu em seco. Os olhos de Mor por fim encontraram os meus, brilhantes e temerosos e angustiados. A voz falou quando disse: — Existe algo entre eu e Azriel.
Fiquei completamente imóvel ouvindo.
— É tão complicado. Às vezes me pergunto se podemos ser… — Ela ficou breves segundos com a boca aberta sem conseguir emitir a palavra que parecia presa em sua garganta. — mais… porém é tão difícil.
— Por quê?
— Porque eu pareço tão forte Feyre, mas eu estou quebrada há muito tempo, antes de ser… destruída na corte de pesadelos por meu pai.
Por um segundo, apenas silêncio ondulou por meu corpo.
— Eu soube desde que era pouco mais que uma criança, que sou atraída por machos e fêmeas. — Ela me olhou com um leve sorriso de canto. — E sabemos que a Cidade Escavada não é o lugar mais acolhedor para mulheres, ainda mais aquelas que desejam mais que um macho para procriar. Durante a Guerra, com as viagens pelo mundo… Ninguém de casa estava comigo, durante meses às vezes. Era seguro, pela primeira vez. Então eu a conheci, Andromache, uma das rainhas humanas.
As amigas que Mor mencionara com tanta paixão, que conhecera tão intimamente. Humana, era uma humana que ela havia amado.
— Ela era tão linda. E boa. E forte. E livre. E eu a amava… tanto. Mas era uma rainha humana, que pela necessidade de dar continuidade à linhagem havia se casado com um homem. E tinha uma filha pequena. Sabíamos que não era correto para a família dela aquilo que vivíamos… que talvez não tivéssemos um futuro após aquela época tumultuada, mas continuamos… precisávamos uma da outra. Até a última batalha acontecer e ela partir, eu só podia respeitar a escolha dela e mesmo se quisesse ir até ela e implorar para ficar comigo, por mais sessenta anos que fosse, a muralha havia subido.
Um pequeno soluço saiu de Mor.
— Eu tentei não pensar nela por muitos anos. Tentei. Após doze anos, eu não consegui conter aquela vontade… aquele desejo. E busquei uma forma de atravessar. Não foi fácil, porém, encontrei um buraco e atravessei buscando por ela. Com medo usei meus poderes para me deixar invisível enquanto estava em seu castelo. Então eu a vi… tão linda quanto a última vez que a vi, estava feliz. Apenas me virei e voltei para casa.
— Sinto muito. — sussurrei, a voz falhando.
— Eu não conseguia me conter e nos anos seguintes atravessava para vê-la, ainda invisível, mesmo que me machucasse eu precisava saber como ela estava. Ela morreu uma mulher idosa, a salvo, na cama, com seus cinco filhos ao lado. E recentemente eu vi o seu espírito de novo, naquela rainha dourada. Sua descendente. Por um tempo, fiquei de luto por ela. Tanto enquanto ainda vivia quanto depois que morreu.
Mor fechou os olhos, um suspiro saiu , ondulando, pelos lábios trêmulos.
— Só fui conhecer Azriel depois da Guerra, quando ainda estava aprisionada a aquele sentimento por Andromache, mas eu conseguia sentir algo diferente… sufocado no fundo. Eu ignorei. Então meu pai me prometeu a Eris, e… e não foi apenas a ideia de me casar com ele que me assustou. Não, eu sabia que sobreviveria à brutalidade, à crueldade e à frieza de Eris. Eu era… eu sou mais forte que ele. Era a ideia de procriar como uma égua premiada, de ser obrigada a esquecê-la, viver em um relacionamento sem amor, de deixar de ser livre…
A boca de Mor estremeceu, e peguei sua mão, soltando-a do braço de Mor. Apertei de leve quando lágrimas começaram a escorrer por seu rosto vermelho.
— Sabia o que precisava fazer. Dormi com Cassian porque sabia que significaria pouco para ele também. Porque sabia que isso me daria uma chance de liberdade. E eu sabia… que se fosse Azriel, aquilo sufocado podia emergir. Eu não queria isso, eu não estava pronta ainda para isso, não queria esquecê-la. Então eu dormi com Cassian, e Azriel achou que eu o tivesse considerado indigno, e então tudo aconteceu e… — Os dedos de Mor apertaram os meus. — Depois Az me encontrou com aquele bilhete preso ao ventre, estava tão ferida… e por um tempo eu fiquei, não conseguia ser tocada e ele sabia disso, respeitou. Mesmo sabendo que ele não era o lixo do meu pai ou o Eris, eu não consegui… Tinha tanta mágoa, nojo e raiva em mim. Mas então… um dia acordei e queria, não aquilo que um dia eu senti e vivi, mas apenas algo físico que suprisse aquela necessidade em mim. E encontrei, em fêmeas e machos.
Mor soltou um suspiro trêmulo.
— Alguns amantes ao longo dos últimos séculos, mas sempre me cansava ou fugia com medo de… apagarem ela de mim ou de tentarem me apagar. Não conseguia me conectar naquele nível mais profundo da alma com nenhum. Mas continuava. Em parte eu dormia com eles por prazer, porém existia aquilo que eu queria sufocar cada vez mais em mim, aquele… laço com Azriel. Precisava que ele sufocasse também do lado dele. Você vê… vê o quanto ele é maravilhoso. O quanto é especial. E eu toda quebrada poderia destruí-lo por não conseguir dar meu coração inteiro a ele, por ter medo de acreditar que o amor de um macho pode ser puro. Precisava protegê-lo de mim. É tão estúpido e cruel isso, eu sei. Sempre que Azriel deixava claro seus sentimentos eu sufoco esse laço, buscando outros machos e fêmeas. Ele é um mestre-espião e encantador de sombras, nunca precisei esfregar algo na cara dele, mas ele sabia e mesmo sem entender o porquê ele… ele respeitou.
Meus olhos arderam. Por baixo daquela fêmea linda e encantadora, que me acolheu na Corte Noturna, que me… que me levou em seu colo para um lugar a salvou de Tamlim, existia tanta dor.
— Eu queria tanto ter estava com você enquanto passava por isso, te ajudar. — minha voz falhou roucamente, sentia as lágrimas se acumulando em minhas bochechas.
— Mesmo sem saber, você ajudou. Eu sou a proclamadora da verdade e vivo há mais de quinhentos anos vivendo uma mentira, por medo dessas cicatrizes do meu passado. E você, tão jovem, depois de tudo que passou com… mesmo depois de tudo seu coração não desistiu de amar. Ver você se recuperar me inspirou a superar e acreditar que pode ser bom. E antes de reunir a coragem de poder contar, fomos tentar impedir tudo isso.
Olhamos para nosso acampamento, um suspiro escapou de Mor.
— Quando eu vi aquela flecha atravessada nele, a ponta… quando vi o poder de Hybern… tanto medo — Eu sentia sua mão tremer sob a minha. — Aquilo que eu sufoquei por tanto tempo estava tão forte naquele momento, pude sentir claramente aquele laço. Eu sabia que se perdesse ele seria mais uma cicatriz em minha coleção, a maior. Mas ele não precisava passar por isso caso eu… caso acontecer o pior comigo no campo de batalha. Então logo depois, quando garanti que ele estivesse bem eu enterrei aquele laço o mais fundo possível. Doeu tanto.
— Então foi por causa disso a coisa com Helion.
— Ele queria uma distração dos próprios problemas, e eu… — Mor suspirou. — Ele deixou tão claro os sentimentos naquela reunião quando foi para cima de Eris… Foi horrível fazer aquilo com ele, mas eu precisava fazer Azriel… Pelos deuses, nem consigo dizer, parece pior ainda dizer.
— Precisava que ele não se sentisse digno o suficiente para deixar esse laço no fundo.
— Tem se arrastado por tanto tempo. E agora ele está tão próximo de Elain, eles fazem bem um ao outro. Não posso. — Mor torceu a massa de cabelos loiros sobre um ombro. — Como dizer que tudo que ele sentiu por todos esses séculos era verdade? Não tenho coragem de dizer que eu fui tão cruel com meu… com meu parceiro. Ele vai me odiar para sempre. Não posso. Prefiro ter Azriel assim. Mesmo que não possa… viver esse amor… as coisas estão boas o suficiente.
— Não acho que deva aceitar “boas o suficiente” — comentei em voz baixa. Sabia da proximidade de Elain e Azriel. Agora dito por Mor isso parecia tão errado. — Mas entendo. Quando decidir que é a hora, se for amanhã ou daqui quinhentos anos… estarei do seu lado. E sei que Az também.
Mor piscou para afastar as lágrimas. Eu me virei na direção do acampamento, e um leve sorriso se abriu em minha boca.
— O quê? — perguntou Mor, se aproximando.
— Eu só estava pensando — respondi, e meu sorriso aumentou — que quando estiver pronta… Estava pensando no quanto vou me divertir ao seu lado para encontrar o vestido perfeito para o casamento.
O sorriso em resposta de Mor foi mais luminoso que toda a Corte Diurna.
Alguém pode me explicar o pq da gravidez illyriana ser tão perigosa??? E pq o Rhys da uma surtada em corte de chamas pratedas pelo nenê ter asas🤡
O que você acha?